O Cara q se Achava o Melhor Biscoito do Pacote
Sabe aquele cara q se acha “a última coca cola do deserto”? Pois é, foi com um tipo assim q a Patricia topou um dia desses... O Carlos tinha sido transferido para a unidade da empresa em q ela trabalha, vindo de outra cidade. Uma amiga dela, com aquela eterna mania de cupido, fez a maior propaganda do cara, passou telefone, msn, até um curriculum (muito bom, por sinal), dizendo q o “pobre rapaz” precisava conhecer gente nova, se “enturmar”. Ela, como uma boa alma caridosa e solidária, acabou não vendo problema nenhum em ser legal.
Eles começaram a se falar por telefone e msn, tudo corria muito bem e foi inevitável marcar para finalmente se conhecerem pessoalmente. Como ele ainda não conhecia direito a cidade, ela achou melhor marcar no shopping, q todo mundo consegue chegar, e depois eles iriam a um barzinho lá perto.
Chegando no barzinho, eles começaram a conversar, aquele clima de quem está se conhecendo, ela contando da vida dela, ele falando sobre si mesmo e assim ficaram durante um tempo. Mas uma coisa incomodava a Patrícia profundamente – sabe qdo o cara está com vc mas olha pra tudo q é mulher q passa? Sem disfarçar?! E não importa se é bonita ou feia, se conhece ou não... Olha e pronto? Ela começou a ficar intrigada com aquilo. Afinal, eles estavam saindo pra se conhecerem, os dois sozinhos, e ele poderia ter um mínimo de respeito para com a presença dela. Ela ficou bem irritada, mas se controlou.
E o papo continuou. Mas Carlos falava mais dele, da vida dele, das conquistas dele, dos problemas dele, deixando um espaço mínimo pra Patrícia poder falar. Ele falava de uma forma egocêntrica, “se achando” o gostoso, o irresistível, como se ele fizesse um favor às mulheres por dar a honra da presença dele. Ele era bonito mesmo, mas com aquela arrogância, ser bonito passou a não fazer diferença.
Em um determinado momento, quando a Patrícia já estava se perguntando o q estava fazendo lá com um cara daquele tipo, passou uma menina e começou a conversar com ele. Pelo conteúdo da conversa deu pra perceber q eles já se conheciam de outra balada naquele mesmo bar. Os dois conversaram ignorando a existência da Patrícia. A tal menina jogando charme pra ele e ele, de certa forma, parecendo corresponder. Quando ela saiu, Patrícia disse pra ele q tinha se sentido um pouco deslocada, pq ele nem havia apresentado as duas, eles ficaram conversando e ela olhando, criando uma situação chata. Logo em seguida a tal menina volta. Ele até apresentou-a à Patrícia, q a essa altura já estava bastante irritada com o charme q Carlos estava jogando pra cima da outra e de qualquer uma q passasse, além do papo cansativo só sobre ele mesmo.
Assim q a menina saiu da mesa novamente, Patrícia falou q iria embora. Só q seu carro havia ficado lá no shopping. Ele fez uma ceninha, como se ela fosse a maluca da história, dando uma de ofendido. E disse: “Já q vc quer mesmo ir embora, vá de táxi e eu pago metade pra vc”. Patrícia já estava tão indignada q a única coisa q consegiu responder foi: “Guarde o seu dinheiro, vc pode precisar, pq eu não preciso dele.”
E ela foi embora, largando ele lá, linda e maravilhosa, pegou seu carro e voltou pra casa rindo de si mesma e da situação q tinha acabado de viver. No dia seguinte, mensagem dele no celular: “Espero que não tenha ficado muito brava comigo, ainda quero ser seu amigo”. Resposta dela: “Brava, eu?! De jeito nenhum! Só estranhei a situação... Acho que estou acostumada à companhia de cavalheiros.” E ele sumiu por 2 meses. Um dia desses Carlos tentou falar com Patrícia pelo msn. Mas é claro q a conversa não durou nem 5 minutos.
E a Patrícia conta a moral da história: “Não adianta o pacote do presente ser maravilhoso se não tiver nada dentro. Mais vale um presente com conteúdo e sem embrulho, do que um embrulho vazio!
Escrito por Pri às 14h58
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UMA HISTÓRIA VIRTUAL
DIA
1
Mais ou menos 14:15. Eu estava
quase pra sair mas acabei dando um tempo numa sala de bate papo. Um tal de
“Alberto” puxa papo. Convida pra ir pro msn. Nunca faço isso de cara. Primeiro
converso, vejo se a pessoa é interessante, se o assunto vai render. Mas pela
primeira vez fui. Sem perguntar nada, só sabendo q ele era casado – “algum
problema em relação a isso?” – ele perguntou. A minha resposta foi não. O tal
Alberto tem foto no msn e o nome q está lá é diferente. Ele inicia a conversa q
ficou salva no histórico.
- Deixa
eu te ver....
-
Regra
básica para teclar comigo: não falo nome, não dou referências pessoais, não
mostro foto. Nada q possa levar a mim... Rsrs... Isso é ruim pra vc?
-
Deixa
eu entender antes de responder: se não dá nem referências pessoais, você
conversa sobre o que?
-
rsrsrs...
Não exagera...!
-
É
sério... O que costuma conversar?
-
Eu
converso sobre qualquer coisa, mas não gosto de dar informações q possam me
identificar, só isso...
-
Gosta
de conversas mais íntimas?
-
Converso
sobre tudo, volto a falar... Rsrs... Mas dá pra falar sobre mil assuntos sem se
identificar... Ou vc não consegue...? Qual a sua
idade?
-
Consigo
sim.... Só que quem chegou cheia de regras foi você... Então, prefiro perguntar
pra não infringir nenhuma.... rsrsrs
-
Rsrs....
Eu não sou chata não... É q andei tendo alguns probleminhas com isso e aí agora
estou mais previnida...
-
Tudo
bem. Eu te entendo... Tenho 33 e vc?
-
30. Tem
filhos?
Esse texto continua AQUI
Escrito por Pri às 03h08
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Como Agradar Mulheres - Parte II
4) Passeios com amigos
- Você sai com um amigo (-5)
- O amigo é solteiro (-14)
- O amigo é cheio de namoradas (-27)
- O amigo dirige um conversível (-180)
- A Fernandinha vai junto!!! (-500)
5) Uma noite fora
- Você a leva para o cinema (+2)
- Para ver um filme que ela gosta (+4)
- Para ver um filme que ela gosta e você odeia (+6)
- Você a leva para ver um filme que você gosta (-2)
- O filme se chama 'O massacre da serra elétrica III' (-13)
- Você mentiu e disse que seria um filme francês de amor (-135)
- Na saída do cinema você encontra a Fernandinha e ela faz aquela" cena: "Queriiiiiiiidooooo, há quanto tempo!!!" (-750)
6) Grandes questões
- Ela pergunta 'Eu estou gorda?' (-1) (é, você perde um ponto de qualquer jeito!)
- Você pensa antes de responder (-10)
- Você diz que não (-35)
- Você diz que gosta dela mesmo que ela esteja gorda (-280)
- Você faz comentários a respeito do corpo da Fernandinha (-450)
7) Comunicação (ela quer contar algo)
- Você ouve com uma expressão atenta (0)
- Você ouve por mais que 30 minutos (+5)
- Ouve por mais que 30 minutos sem olhar para a TV (+10)
- Ela percebe que você está dormindo de olhos abertos (-320)
- Você balbucia o nome da sua querida amiga "Fe...Fernandinha", enquanto está dormindo de olhos abertos (-1.000.000 + divórcio e pensão pro resto da vida).
Você percebeu que agradar uma mulher não é tarefa tão difícil assim?!!!Basta um pouco de boa vontade ... Entendeu ??!! ... "
Bem q poderíamos, só pra variar, de vez em quando tornar a vida deles mais simples...
Escrito por Pri às 01h20
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Como Agradar Mulheres - Parte I
Meninas, me desculpem, mas eu tinha q colocar isso aqui... Incrível a capacidade q a gente tem de complicar as coisas. Dêem uma olhada pq não tem como não rir ao perceber q já estivemos exatamente nestas situações.
Ah! Agradecimentos especiais ao meu amigo Karl Orelhudus, um amante do universo feminino...
“Vejam como é simples e fácil agradar uma mulher... Só é necessário ser:
Amigo, Companheiro, Amante, Irmão, Pai, Chefe, Educador, Cozinheiro, Mecânico, Encanador, Decorador de Interiores, Estilista, Eletricista, Sexólogo, Ginecologista, Psicólogo, Psiquiatra, Terapeuta, Audaz, Simpático, Esportista, Carinhoso, Atento, Cavalheiro, Inteligente, Imaginativo, Criativo, Doce, Forte, Compreensivo, Tolerante, Prudente, Ambicioso, Capaz, Valente, Decidido, Confiável, Respeitador, Apaixonado e Sensível.
E é muito importante ainda, não esquecer as datas: Aniversário, noivado, casamento, formatura, menstruação, data do primeiro beijo. E também: Aniversário da tia, irmão ou irmã mais querida, aniversário dos avós, da melhor amiga e do gato.
Como ganhar e perder pontos com a mulher:
1) Tarefas simples
- Você faz a cama (+1)
- Você deixa a tampa da privada levantada (-5)
- Você troca o papel higiênico que acabou (+2)
- Você vai ao mercado só pra comprar papel higiênico (+5)
- Na chuva (+8)
- Mas retorna com cerveja (-15)
- Você levanta de noite, pois ela ouviu um barulho estranho (0) (obs. qdo a pontuação é 0, significa que vc não tá fazendo mais que sua obrigação).
- Você levanta de noite, mas o barulho não foi nada (0)
- Você levanta de noite e o barulho era de um rato (+5)
- Você mata o rato (+10)
2) Social
- Você fica ao lado dela a festa inteira (0)
- Você vai beber ao lado dos amigos (-2)
- Entre os amigos está uma mulher chamada Fernandinha (-4)
- Fernandinha é loira e magra (-16)
- Fernandinha o conhece (-180)
3) O aniversário dela ...
- Você a leva para jantar fora (0)
- Leva para jantar fora e não é o restaurante de sempre (+1)
- É o restaurante de sempre (-2)
- É um boteco (-3)
- É um boteco e a TV está mostrando futebol (-10)
Escrito por Pri às 01h19
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TRIÂNGULO AMOROSO
Toda mulher nessa faixa de idade acaba se deparando com um homem comprometido. Com namorada, noiva, esposa... Mas é incrível! Qdo vc acha um cara interessante hj em dia existem 2 opções: ele é lindo e gay ou dá pra o gasto e é comprometido. Eu tenho inúmeras histórias assim pra contar. Conheço muitas mulheres q ainda estão vivendo ou em algum momento tiveram essa experiência.
Geralmente são situações q acabam de maneira frustrante. O homem trai por alguns motivos: sexo, sexo e talvez... sexo. Claro q pode existir algum nível de envolvimento afetivo. Mas sabe como homem demonstra envolvimento afetivo? Através de... adivinha?! Sexo também!!! Pode parecer uma forma bastante simplista de encarar mas raras são as exceções.
Outro dia, discutindo esse tema, foram colocados 3 casos vistos sob a perspectiva de quem está traindo:
- Traições recorrentes com finalidade sexual. Sãos os casos em q a pessoa não consegue manter-se fiel ao relacionamento, traindo indiscriminadamente, chegando a facilitar o surgimento de situações favoráveis. Essa pessoa não estaria preparada para um relacionamento considerado maduro q, na nossa sociedade, valoriza o conceito de monogamia e fidelidade.
- Episódio esporádico de traição com finalidade sexual. Caso em q a pessoa estava em crise, ou mesmo o casamento passando por alguma situação momentânea q foi o estopim para a válvula de escape – a traição. Esse é o tipo mais freqüente.
- Episódio de traição com envolvimento emocional, com ou sem sexo. Nesse caso além dos encontros sexuais, passa a existir cumplicidade, um compartilhar, a paixão e uma visão romantizada do relacionamento. Esse é um tipo q não é tão freqüente, além de causar mais danos emocionais a todos os envolvidos.
Não vou me referir à ética e moral neste momento. Falar de traição, adultério sempre é um campo minado. Envolve preconceitos, tradições sócio-culturais, pesquisas científicas e a questão religiosa. E vale lembrar: aqui o foco não é quem trai ou quem é traído, mas essa pessoa q está no “meio” de um relacionamento considerado oficial.
Essas histórias decepcionam pq geralmente o homem acaba perdendo o interesse q era apenas sexual. Pq nunca teve a intenção de deixar a mulher dele. Pq pode ter se envolvido com vc, mas a esposa é a mulher “intocável” e vc apareceu e fez ele sentir coisas q ele “nunca tinha sentido antes”. Mas isso não é o suficiente pra acabar o casamento dele. Mulher tem mais coragem para terminar relacionamentos insatisfatórios. Homens são capazes de estender por anos a fio um casamento q está ruim. Os homens sempre acham q o casamento pode ter algum problema, mas q o tempo vai resolver, algo vai mudar, a traição é só até ele melhorar a relação com a esposa dele, afinal “nenhum casamento é tão perfeito”. Mulher não. Mulher não tem essa mesma paciência infinita. Ela vai se distanciando gradualmente até romper.
Mas é um fato: homens e mulheres reagem de forma diferente no que diz respeito às insatisfações dentro de um relacionamento. Não estou dizendo q há regras. E muito menos q não existam exceções. Claro q há casos em q casamentos se dissolvem pq um encontrou fora do relacionamento alguém q o fizesse mais feliz dentro das suas necessidades. Mas geralmente as histórias são meio estereotipadas.
Não vejo q existam culpados nos relacionamentos em q se estabelecem triângulos amorosos. As motivações internas q levam cada pessoa a assumir um papel nesse contexto são inúmeras. O “traidor” pode não ser sempre o vilão. O “traído” pode não ser sempre a vítima inocente. E a “amante” pode não ser a destruidora de lares. Com isso não estou defendendo uma situação q é potencialmente fonte de sofrimento para todos os envolvidos direta ou indiretamente. Mas querendo apenas sair do comodismo e levar à reflexão... Sempre podemos fazer a escolha entre viver ou não uma história assim. A decisão? Só no momento em q nos depararmos com a situação concreta.
Escrito por Pri às 11h19
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Ontem eu recebi um email assim: “Vc tem que entrar nessa Comunidade!!! É a sua cara!”. Nome da Comunidade no Orkut: “A Fila Anda”. Descrição da Comunidade: “Que?!? Aqueles idiotas tão te deixando em banho Maria?! Azar é o deles!!! Tão pensando o que?! A fila anda meu filho, qd quiser voltar...Vai pro fim da fila! Putz, tá virando a quadra... QUE PENA!!!!”
Há um mês eu encontrei com a Lia e ela estava mudando a cor do cabelo. Eu fazendo as unhas e o papo rolando. Ela me contou q tinha conhecido um cara, estava absolutamente apaixonada, envolvida, q eles tinham tudo a ver um com o outro, q praticamente eles estavam vivendo aquele tipo de paixão avassaladora.
Fiquei feliz por ela, torci pra tudo dar certo, pq não existe coisa melhor do q esse clima de início de relacionamento. Qdo temos todas aquelas sensações adolescentes: vontade de estar perto 24h por dia, sentir aquele “frio na barriga” qdo encontra, pensar na pessoa cada vez q ouve uma música mais romântica, achar q o amor é lindo, a vida vale a pena só pq aquela pessoa existe.
Um mês depois, uma amiga q temos em comum, comentou: “Soube da Lia? Ela está mal, está péssima. Não deu certo com aquele cara, eles terminaram hj... Parece q ela está meio deprimida, não tem vontade de fazer nada, estou preocupada...” Eu liguei pra ela – voz péssima e chorosa – estava entre o sofá e a cama, a cama e o sofá, achava q a culpa era dela, q ele era um insensível, q nunca deve mesmo ter gostado dela. Aquelas coisas... Falei pra ela me ligar se precisasse, q o fim de semana estava chegando, q eu iria dar um tempo a ela pq é importante mesmo sofrer a perda e ela tinha todo o direito.
Dois dias depois a Lia me ligou. Uma voz ótima, no maior bom humor, perguntando sobre um CD acústico da Alanis Morissette q eu tinha comentado com ela. Quis saber se estava tudo bem, se ela estava se recuperando. Sabe o q ela me disse: “Recuperando de q?”. Eu pensei: “Essa é a Lia”. E então ela comentou q tinha ficado mal uns 2 dias mas q já tinha passado, q eu sabia q ela não era de se apegar e q aliás, ela até tinha conhecido um cara muito legal na academia e eles trocaram telefones...
E ontem chegou o email da Lia... É, a fila anda. Pra mim, pra ela, pra vc...Pra alguns anda mais rápido, pra outros demora um pouco mais... Existem pessoas assim: num dia estão extremamente envolvidas, apaixonadas, parece q a pessoa vai fazer parte da nossa vida pra sempre. E quando não dá certo, nada pareceu tão profundo, o sentimento se esvai e acaba não parecendo ter tido aquela intensidade toda. É como diz a Lia: “A fila anda e quem vive de passado é museu!!!”
Escrito por Pri às 09h54
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Eu não sei vcs, mas eu não vejo graça nenhuma em sair com amigos casados ou casalzinho apaixonado de namorados. Não por estar sozinha, mas pelas saias justas q vc acaba tendo q passar. Mesmo sem ter culpa...
Existem pessoas q acham q estão fazendo a boa ação do ano te convidando pra sair. É, ainda há pessoas pensando q a gente pra estar feliz tem q viver com homem ao lado. Então elas se sentem com a consciência mais tranqüila e também acham q estão te dando uma oportunidade para conhecer pessoas... Isso nos leva ao segundo ponto...
Todos estão em casais. Mas existem 2 solteiros: vc e um amigo do namorado da vizinha da irmã da amiga q te convidou pra tal balada. Obviamente aquilo foi completamente arranjado. E vc fica com aquela cara de boba, tentando ser simpática e rezando pra q não te deixem sozinha com aquele cara q pra vc, simplesmente não é beijável. Mas como estão todos em casal é claro q em algum momento te deixam sozinha com o tal “pretendente”. Aí a noite acaba antes de ter começado pq ele está mais sem graça do q vc ou então ele acha q vc está disponível de uma forma q vc não está. Conclusão: ou a conversa não flui ou vc tem q dar um “chega pra lá” no sujeito. E isso tudo sob os atentos olhares dos casais-cupido.
Mas a saia justa q é top é qdo vc é vista como ameaça. Solteira, desimpedida, dona de si, a conquistadora... E portanto vc se torna a inimiga de qualquer mulher q não esteja no mesmo estado q vc: as namoradas, as noivas, as casadas, as ficantes e as mães zelosas q te conhecem. Afinal ao te olharem elas pensam q sua vida sexual é extremamente ativa, q vc dorme com quem quer, faz homossexual mudar de idéia (pode?!) e é uma ameaça constante ao bem estar e ao equilíbrio das pessoas com relacionamentos estáveis. Ninguém sabe q vc não beija há 3 meses e q vc não sabe o q é sexo, a dois, há mais de 6...
Parte mais deprimente: como vc não está ocupada com beijinhos e abraços, pode estar mais atenta a tudo o q acontece. Vc vê as mulheres olhando o garçom bonitinho passar com a bandeja. O namorado de uma fazendo um contorcionismo pra disfarçar o olhar pra loira com decote q entrou no ambiente. Uma ou outra discussãozinha de um dos casais, reclamando “vc não era assim no começo”. E o q é fácil de acontecer: o namorado de uma delas resolve definitivamente achar q pode ficar olhando pra vc enquanto beija a namorada... Sair com casais pode ser uma experiência inesquecível e traumatizante.
Escrito por Pri às 09h15
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A Cris é dessas q é louca por Internet... Toda noite dá uma navegada e aos fins de semana chega a passar madrugadas em claro, trocando o dia pela noite, só pra conhecer os tipos mais bizarros on line.
Numa dessas noites ela estava de bobeira e resolveu deixar o msn por uma sala de chat. Entrou em uma sala para pessoas de 30 a 40 anos e começou a conversar com um, com outro, mas ninguém parecia muito interessante. Mas aí o Beto entrou: mora em Londrina, tem 38 anos está fazendo doutorado em estatística e é professor de matemática. Separado há 1 ano e meio, filho de 6 anos, ficou casado por 8 anos. A Cris se animou... O cara tem bons anos de diferença, parecia bem resolvido, morava longe, mas era interessante o suficiente pra manter uma conversa de nível. Passaram para o msn.
Falaram sobre as profissões, sobre casamento, sobre filhos, sobre solidão, sobre a falta q um relacionamento mais estável faz... Claro q caíram naquele papinho de conteúdo mais sensual... Nada q levasse a uma madrugada de sexo virtual, mas ela chegou a se animar. Depois de quase 3 horas de conversa, resolveram se despedir e ele quis combinar de encontrarem-se no msn na noite seguinte. Ela disse q daria uma passada sim, com certa displicência. Tinha sido uma noite divertida, mas ela já era “escolada” nesses lances virtuais e não se envolvia como há anos atrás, qdo começou a se apaixonar pelos chats.
Na noite seguinte, qdo ela ficou on line, ele já estava lá. Disse q tinha ido dormir pensando nela e q havia pensado nela durante o dia, adorou a noite anterior... Mas q tinha q contar uma coisa q o estava incomodando. Ela começou a achar q se tratasse de uma mulher fazendo brincadeiras, como tanto se ouve por aí. Ele escreveu: “esse sou eu” e apareceu uma foto de um cara com rostinho de menino, tocando guitarra. Logo em seguida ele continuou: “ tenho 26 anos, moro com meus pais, nunca fui casado, não tenho filhos, sou professor de matemática, mas não estou fazendo doutorado e toco numa banda com uns amigos. Sei q fiz besteira. Se vc quiser, pode me descadastrar.”
A Cris olhava pra foto do rapaz pouco menos de meia década mais novo q ela e ria. Achou a situação absurdamente engraçada. Aquele cara tão interessante, com quem ela trocou confidências e q parecia tão maduro, não era nada daquilo q tinha falado. Ela não ficou brava. Não sentiu-se enganada, afinal não tinha envolvimento.
Ele continuou se justificando, dizendo q queria um papo diferente, “mais maduro”, queria contato com uma mulher mais velha. Dizia estar muito sem graça, mas como achou a Cris uma pessoa muito legal e verdadeira, ficou se corroendo o dia todo por ter mentido. E a Cris lia tudo aquilo e continuava rindo sozinha, em frente ao computador. Martirizou um pouquinho mais o pobre rapaz dizendo q aquilo não era uma coisa legal pra se fazer, mas acabou dizendo q não tinha problema: ela relevaria e eles poderiam continuar conversando.
Foi uma noite diferente. O tal rapaz conhecia muito sobre música. Conhecia muitas bandas e os álbuns das bandas. É colecionador de discos de vinil. Toca guitarra, bateria e baixo. E ainda divide o vocal com outro integrante da banda. Eles ouviram música juntos, ela ficou sabendo sobre como foi feita a produção de tal álbum da banda não sei o q, e acabaram terminando a conversa teclando e com a web cam, coisa q ela nunca havia feito antes.
Essa é a vantagem de não estar desesperada, de não estar à caça. Vc não idealiza, aproveita boas oportunidades, conhece gente nova, quebra preconceitos e ainda ganha de presente muitas músicas enviadas pelo msn. E a Cris ainda virou a “mulher mais velha”, objeto da fantasia do rapaz...
Escrito por Pri às 15h56
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Um assunto surgiu numa das Comunidades da qual faço parte no Orkut: mulheres solteiras e celibatárias por opção. Não, não são mulheres que decidiram nunca mais fazer sexo na vida. Mas mulheres q por uma questão de escolha não fazem sexo por fazer. São solteiras e separadas q não estão envolvidas com ninguém no momento e têm a opção de só se envolverem sexualmente qdo realmente acham q vale a pena.
São mulheres bonitas, inteligentes, interessantes, mas q simplesmente não gostam daquele tipo de envolvimento “fast food”, sabe como é? Olha o menu, escolhe, come e vai embora. Dali a 30 minutos já nem lembra da refeição... Sexo casual, sem compromisso, sem afeto.
Não tenho nada contra esse tipo de sexo e nem quem o pratica. A questão não é avaliar qual postura está mais ou menos correta. Mas o foco está no fato de q existe grande número de mulheres q estão preferindo ficar sozinhas a ter este tipo de experiência.
Num primeiro momento eu pensei: “Mas qual o problema delas? São bonitas, articuladas, interessantes, o q acontece?” Aí eu parei, pensei, e me dei conta de q faço exatamente a mesma coisa. E se elas têm algum problema, eu também tenho. E sinceramente? Não vejo nenhum problema com isso. A não ser o fato de não poder assistir beijo em propaganda na tv, filme com cena mais quente e às vezes começar a achar q aquele seu vizinho até q não é de todo mal... Mas mesmo assim, por princípios, por questão de escolha, a abstinência é mantida.
Uma delas levantou a hipóteses de q para a nossa faixa etária (quase 30 e pouquinho mais...) os homens estão casados, comprometidos ou são homossexuais. Não existe mais homem solteiro no mundo! Está a maior dificuldade em encontrar cara legal q valha a pena. Pq geralmente ele já tem alguém q o encontrou primeiro.
Outra hipótese q uma amiga levantou é a preguiça. Isso mesmo... Preguiça! Muitas mulheres acabam preferindo um bom livro, um filme, um papo animado entre amigas ou alguma coisa mais animada do q uma sexo “mais ou menos” com alguém q não é o homem da sua vida. Ainda mais depois de terem trabalhado a semana inteira e estarem exaustas, loucas por um bom banho e uma cama quentinha e espaçosa...
Mais uma idéia é a de q é muito difícil ficar apenas se envolvendo sexualmente sem um teor amoroso. Muitas mulheres querem se apaixonar, querem viver histórias de amor q sejam infinitas enquanto durem. Querem ter alguém pra assistir um DVD, pra jantar, pra beber com os amigos. E sexo seria uma conseqüência de tudo isso, não o alvo final. E acabam achando q não vale a pena colocar os sentimentos de lado... Não aconteceu de encontrar “o cara”.
Uma outra situação... Muito minha conhecida, por sinal... Mulheres com filhos. Sabe lá o q é não ter a mesma disponibilidade de uma mulher sem filhos? A responsabilidade, não ter com quem deixar justamente qdo surge uma boa oportunidade... Ou qdo tem com quem deixar mas a oportunidade não aparece? Não é fácil... E me desculpem, mas filho às vezes faz manutenção de abstinência sexual sim... rsrsrs...
Enfim, a abstinência está sendo um estado comum pra nós, mulheres de 30 anos. E por escolha! Tem coisa mais insana? E as casadas ainda morrem de inveja de nós... Às vezes elas têm mesmo motivos. Em outras vezes não...
Escrito por Pri às 15h25
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ORIGEM DO TERMO
A Mulher de 30 Anos – As Balzaquianas
(Marcelo Aith)
Muitos já ouviram ou usaram o termo "balzaquiana" para designar um
certo tipo de mulher. Mas nem tantos, realmente, chegaram a ler “A Mulher de
Trinta Anos", de Honoré de Balzac. O escritor francês viveu na primeira metade
do século XIX (1799-1850) e é este o ambiente que encontraremos em sua obra.
Mais do que um simples romance, é também uma aula de história, onde desfilam os
acontecimentos de uma França pós revolucionária, durante o governo de Napoleão
Bonaparte.
O livro trata a fundo da questão do destino da mulher na sociedade
e, em particular, dentro do casamento. "A Mulher de Trinta anos" contém estudos
de psicologia feminina de extrema agudeza. Sua personagem principal, Júlia
d`Àiglemont, é o primeiro grande retrato da mulher mal casada, consciente da
razão de seus sofrimentos e revoltada contra a instituição imperfeita do
matrimônio.
(...)
Antes dele, todas as namoradas de romance tinham vinte anos. Ele
prolongou até os trinta, quarenta anos, sua vida ativa, idade que considerava o
ápice da vida amorosa da mulher.
Ao, finalmente, chegar aos trinta anos Júlia conhece o Sr. Carlos
Vandenesse, que nos introduzirá às idéias do que viria a ser considerada uma
mulher experiente, uma mulher balzaquiana:
"Uma
mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz... Com efeito,
uma jovem tem ilusões, muita inexperiência, e o sexo é bastante cúmplice do
amor... ao passo que uma mulher conhece toda a extensão dos sacrifícios que tem
a fazer. Lá onde uma é arrastada pela curiosidade, por seduções estranhas à do
amor, a outra obedece a um sentimento consciente. Uma cede, a outra escolhe...
dando-se, a mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a
jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode compara nem apreciar... Uma
nos instrui, nos aconselha... a outra quer tudo aprender... Para uma jovem seja
amante, precisa ser muito corrompida, e então é abandonada com horror, enquanto
uma mulher possui mil modos de conservar a um tempo seu poder e sua dignidade...
A jovem... acredita Ter dito tudo despindo o vestido; mas uma mulher... se esconde sob mil
véus... afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar
em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens
de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos
os papéis, ser púdica e até embelezar-se com a desgraça".
Agora a mulher está livre para amar a quem realmente
demonstre merecedor de seu amor, está livre do estigma do peso da idade e, tudo
isso se deve em parte a um nome, Honoré de Balzac. Escrito no início do Século
XIX, "A Mulher de Trinta Anos" aborda tema que continuam atuais até os dias de
hoje, sentimentos que não se apagam com o tempo, presentes em todas as
sociedades humanas, em todos os tempos, que garantem a universalidade de sua
obra. Um grande clássico da literatura. Indispensável a todos os que querem se
aprofundar na compreensão do "ser mulher"!
Para ler o texto completo de Marcelo Aith: Clique
Aqui
Escrito por Pri às 14h13
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O desafio vai ser escrever pouco, já q eu sou conhecida pela minha mania de escrever MUITO e SEMPRE... Meus bilhetes são imensos, meus emails são cartas de 10 páginas, e as minhas cartas são praticamente pequenos livros. Escrevo demais até em torpedo! A pessoa fica olhando pro celular 5 minutos só pra ler minha mensagem... E nem sempre ela é tão importante assim. Às vezes é só pra dizer q estou com saudade... E os posts numa Comunidade do Orkut?! São quilométricos!
Mas além de escrever eu ouço muito. As histórias mais incríveis chegam até mim e ficam guardadas. Mas conversando com algumas mulheres da mesma faixa etária é incrível ver a necessidade q a maior parte delas tem em estar questionando a vida, suas escolhas... Todas estão saudosistas... A maior parte enfrenta os mesmos tipos de problemas... E numa dessas conversas surgiu a idéia de escrever sobre isso. Vou contar histórias q podem ser minhas, suas ou de qualquer outra pessoa. Vc não necessariamente vai saber quais são as minhas... Mas pode reconhecer as suas, com a identidade preservada, claro! E contada de uma forma q não se possa identificar, afinal não é blog de fofoca!
Não sei se essa idéia vai dar certo ou quanto tempo vai durar. Mas são tantos casos interessantes, tantas vivências diferentes q possibilitam aprendizado, cumplicidade e a sensação de "não sou somente eu q passo por isso".
As mulheres de 30 vivem intensamente. Procuram cada vez mais a qualidade. Não se acomodam emocionalmente - e se isso acontece sofrem muito... As mulheres de 30 são donas de si, da sua vida, dos seus desejos, da sua conta bancária, da sua sexualidade. As mulheres de 30 não precisam de homens e filhos para serem felizes. Elas buscam um compartilhar e isso está muito além da necessidade pura e simples. Mas elas tb podem ter problemas em vários desses aspectos: profissionais, emocionais, de relacionamento, familiares, com filhos, enfim... Essa é a tão falada “crise dos 30 “? Vamos descobrir...
E se vc quiser contribuir com a sua história ou a de alguém q vc conheça é só mandar pro meu email...(pri_sganzerla@hotmail.com) Não se atenha a nomes, lugares. O q interessa é o conflito, os sentimentos envolvidos e o desfecho da situação... E pode sugerir algum tema q esteja te fazendo pensar... Aqui, tudo é válido!
Vamos ter momentos pra rir, refletir, nos identificar e sentir q fazemos parte de um grupo especial de mulheres: as q querem evoluir e sempre ser mais felizes! 
Escrito por Pri às 13h44
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