ESCOLHAS...
- Estou indo pra São Paulo. Na semana q vem ou no máximo na outra semana. Vamos poder finalmente nos encontrar. Eu tenho um compromisso de trabalho e quero te ver. Quero estar com vc.
- Mas eu não sei como vai ser, depende do dia, do horário, preciso me organizar... Vc ainda acha q vale a pena nos encontrarmos? Nosso trem passou... Deveria ter sido daquela vez q vc quis vir e eu achava precoce. Vivemos um 1º mês bastante intenso conversando aqui pelo msn, por celular, por email... E esse último mês foi mais ameno e já conseguimos sair daquela relação maluca q tivemos... Passional, intensa, irrefletida... Pra q relembrar tudo isso agora se estamos conseguindo ser amigos?
- Pq não estamos conseguindo manter só a amizade. Pq sempre q a gente se fala tudo volta como se nunca tivesse acabado. Eu fico com vontade de ouvir sua voz, de estar com vc por horas a fio como fazíamos, mesmo sempre com essa distância, eu te sentia tão próxima...
- E como vc pode saber se vai rolar alguma coisa quando nos vermos? E se não tiver química? E se eu não for o q vc está esperando? E se o nosso primeiro beijo for horrível?
- Não tem como ser ruim, por tudo q a gente sabe um do outro. Por tudo q a gente ainda vive. Eu não vou te ver pelo q vc aparenta, mas por quem vc é. Vai ser bom, tenho certeza disso!
- Eu não sei... Qual o objetivo disso? Vc vem, eu te encontro, ficamos juntos, vc volta, eu venho pra casa e é isso? Não tem lógica.... Eu nunca fiz isso... Nunca fui pra cama com alguém q não fosse um namorado. Pode achar ridículo, pode achar bobo, mas eu nunca fiz isso... Não sei como eu posso me sentir... Não sei se vale a pena.
- Eu entendo vc, entendo mesmo.
- Sabe, a gente viveu uma coisa muito legal, bem intensa, valeu a pena, foi bom enquanto durou. Mas pra q eu vou fazer isso? Vou pra cama com um cara casado, q vem aqui pra SP a trabalho e vai se encontrar comigo em nome de coisas q a gente viveu virtualmente? Só pra saber como é, como seríamos juntos? E se realmente a gente for tudo aquilo q virtualmente a gente é?! O q vai me acrescentar? Dizer q eu vivi uma história maluca?! Comprovar aquele monte de fantasias q alimentamos? Não sei se preciso disso agora.
- Não é em nome do aconteceu. É do q ainda acontece cada vez q nos falamos aqui no msn ou por telefone... É o q me faz continuar olhando seu perfil no Orkut, ver se vc está online no msn, ficar olhando para o seu número na agenda do meu celular...
- Eu tb me sinto assim. É como se qdo eu desligasse o computador tudo ficasse mais claro e mais simples... A gente não tem nada a ver, não vai passar de amizade e cada um toca a sua vida. Mas cada vez q a gente conversa e eu ouço a sua voz, parece q de verdade, tudo volta... O desejo, a vontade de estar perto... Vc me avisa qdo vc vier... Eu vou pensar.
Ela saiu do msn. Respirou, clareou as idéias e já tinha a resposta. Bastava ela aceitar q já tinha a reposta. E isso estava difícil. Essa necessidade de viver independente das consequências... Nunca fez parte dela. Iria fazer parte agora? Ela já tinha a reposta... Sempre teve.Ele tinha os motivos dele para querer encontrá-la e ela não iria julgá-lo. Cada um vive uma história ao seu modo. Mas na história dela: só ela manda...
Escrito por Pri às 13h40
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O CASO DAS TULIPAS
Hoje ssssssssssssssssssssssssssssssssssseu
Hoje eu vou contar a história da Fernanda. Ela é casada há uns 4 anos com um amigo meu. E outro dia ela veio com uma reclamação q aparentemente, seria o sonho de toda mulher: “Meu marido não é ciumento”. Logo q ela começou a conversa eu pensava comigo: “Mas como assim?! Isso é um problema?”. Pra ela era. E dos grandes.
Ela trabalha como secretária. Tem contato com muitas pessoas, tem vários chefes, tem q ir a alguns eventos, happy hours, cumprir compromissos e marcar presença. O marido dela não se importa q ela vá. - sozinha. Há pouco mais de um mês saímos pra dançar. Ele foi? Não. Ela foi? Sim, com o aval dele já q ele não gosta de dançar. Ela vive ganhando bombons, pão de mel, chocolate, essas coisas q secretárias ganham sempre. Ele pergunta de quem? Não. As roupas q ela usa? Nunca ele se importou, por mais justas e decotadas q fossem.
Mas algo q aconteceu recentemente deu origem à crise dela: “Sabe, Pri, essa semana eu ganhei tulipas. Um arranjo lindo de tulipas!” Pergunta automática q eu fiz: “Nossa, q legal, de quem?” Aí ela se exaltou e disse: “É, essa era a pergunta q eu esperava... Cheguei em casa mais tarde e com um arranjo maravilhoso de tulipas e sabe o q o Luis disse? Nada! Não falou nada! Não perguntou de quem, não perguntou como eu cheguei em casa, quem me deu carona, nada!”
Eu, conhecendo o Luis, sabia q ele sempre tinha sido assim e me perguntava pq só naquele momento ela havia se dado conta. Ele não é ciumento. E ele fica em casa qdo ela sai. Eu mesma já conversei com ele mais de uma vez pelo msn e ele lá, esperando q ela chegasse.
Perguntei novamente de quem ela havia ganho as tais tulipas. E ela contou q foi de uma das mulheres q trabalha com ela por agradecimento a sei-lá-o-que... E Fernanda continuou, inconformada, falando sobre o descaso com q ela se sentia sendo tratada. E questionava: “Como ele não se importa com horários? Como ele não pergunta quem me trouxe em casa? Como ele me deixa sair sempre sozinha? Como ele não me perguntou de quem eram as tulipas?!”
Não perguntar sobre as tulipas foi a gota d´água pra ela. Entendido como um sinal de desafeto, de não cuidado com a relação, de falta de zelo... Não ter ciúmes, ter respeito à individualidade do outro, ela pensa ser fundamental. Mas esse conjunto de atitudes q ele teve a fez imaginar como seria perceber-se cuidada, sentir q alguém estava atento a ela.
Como a linha das ações e dos sentimentos é tênue! Para cada pessoa existe uma forma de medir essas sensações. Ciúme demais, ou de menos... Descaso em excesso... E ela concluiu a conversa com uma frase: “Quem não dá assistência, abre concorrência”. Será q é assim?!
Escrito por Pri às 12h14
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Contradições...
Hj um amigo me falou algumas coisas sobre usuários de Internet... Ele usou 2 argumentos: (1) Q a internet “dessocializa” a pessoa aos poucos e (2) Q os usuários estão à procura de uma “alma gêmea”. Certo... Onde conheci esse amigo? Num chat na Internet... Onde estávamos qdo ele veio com esse papo? No msn... Informações só para constar... 
O assunto surgiu pq contei pra ele q estava numa fase de passar madrugada na Internet. Durmo 5h por noite. Geralmente fico na Comunidade (a única) q freqüento no Orkut, no msn com grupo de amigos ou com uma ou outra pessoa com quem venho conversando com freqüência.
Isso não altera a rotina do meu dia-a-dia, não deixo de fazer coisas, não fico cansada ou com sono, acordo disposta, nada se altera. A não ser o fato de q qdo chega umas 23h, depois do meu dia inteiro, faço minha filha dormir, tomo um banho e realmente meu rumo é o computador. Estou numa fase em q não posso sair à noite pq minha filha é pequena e nem sempre tenho com quem deixá-la. Durante a semana, pior, aí é q não dá pra ficar saindo mesmo. Sempre q surge uma oportunidade de sair, aproveito, pq vida real é uma só, a virtual tem uma certa estabilidade. E esse meu amigo sabe de tudo isso, sabe qual é o estilo de vida q ando levando em função das mudanças q ocorreram.
O q é saudável fazer durante as noites da semana? Ficar em frente da tv assistindo programa após programa, novela e seriado? Ou telejornal o tempo todo? Tenho minhas dúvidas. A Internet me dá notícias, me dá lazer, ouço música e ainda converso com mais de uma pessoa por vez. Tudo junto! Mas cada um tem sua forma de se divertir e pra muita gente, depois de um dia de stress, vale a pena ficar deitado vendo tv. Nada contra. Somente a minha opção é diferente.
Talvez se eu não tivesse filho, poderia ser de outra forma, eu teria mais liberdade pra sair, independente de dias ou horários. Mas não é o caso. O meu dia-a-dia é comum, minhas obrigações são cumpridas, não deixo de ter contato com família, amigos... Enfim: pq algumas pessoas sentem-se tão incomodadas com o mundo da Internet? Vícios podem aparecer em qualquer área da vida, inclusive na Internet, não nego. Mas para caracterizar como algo q esteja fazendo mal é necessário estar atrapalhando a vida da pessoa. Não é o meu caso. Muito pelo contrário. Na Internet conheci muitas pessoas, fiz amigos, tenho mais facilidade pra ter um contato mais freqüente com amigos q não moram perto de mim e isso tudo se encaixa perfeitamente à minha rotina. É algo q agrega.
E qto à alma gêmea... Não acredito nisso. Se fosse assim eu não participaria da comunidade tão ativamente e muito menos teria contato com tantas mulheres ficando no msn com papo estilo “clube da Luluzinha”. E tem mais: acredito sim, na amizade entre homem e mulher. Nem tudo é sexo ou busca por parceiro. Mesmo pq tem muita gente casada sem intenção alguma q freqüenta esses ambientes... Onde está o mal? No meu contato com a Internet ou nos olhos de quem vê as coisas de uma forma negativa? Fiquei pensando o q esse meu amigo busca? Já q ele é casado, tem muitos amigos... Então pq freqüenta a Internet? Pq ela é um caminho facilitador pra tudo: acesso à informação, agilidade no contato, possibilidade de troca de informações, e sim, propicia q as pessoas se encontrem... Afinal, onde foi q nos encontramos? Resumindo: pessoas com problemas de falta de sociabilidade podem se esconder atrás da Internet, mas esta não é sua causa. E mais: quem acredita na ilusão da alma gêmea vai estar procurando-a em barzinhos, festas, local de trabalho e até na farmácia. A Internet só é mais um meio pra ela. Não há como culpar um objeto se a causa pode estar na pessoa. Eu não tenho tendência a ser anti-social, pelo contrário. E não estou buscando alma gêmea, nem Príncipe Encantado. Estamos conversados?! Mas agradeço a preocupação dele mesmo assim... Sinal de q se importa comigo, né? rs
Escrito por Pri às 16h46
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A RESPOSTA: Balada com Beijo
Recebi este email e acabei optando por colocá-lo aqui. Realmente é o outro lado da situação q contei hj. Essa é uma questão absolutamente particular e cada pessoa sabe como lidar com isso de uma forma q seja condizente ao seu modo de ser:
(...) Eu sou o outro lado da questão q vc colocou hj no seu blog. Não sou como a Thais, da “Balada sem Beijo”. Mas tb não tenho nada contra o modo dela ser. Quis te contar sobre a minha forma de entender essa situação. Saio e beijo, sim. Eu teria beijado o cara em frente ao bar. Isso não quer dizer q eu não pense nas conseqüências do q eu faço e nem q eu não queira ter um namorado, algo mais sério. Só q eu curto.
(...)
Vou pras baladas e se tem alguém q me interessa, eu beijo mesmo. Sem culpa, sem expectativas... Eu bebo, danço, me divirto com quem está comigo, beijo quem estou afim e não acho q seja o ideal, mas até q um cara q valha a pena chegue é assim q eu vou viver.
Já conheci muita gente legal assim. E beijo, mas não necessariamente vou pra cama. E não me acho superficial pq ajo dessa maneira. Tenho minha vida, meu trabalho, meus amigos, minha família... Apenas me divirto. (...) O q não quer dizer q sempre q eu saia fique com alguém. Só deixo acontecer... Não vejo pq me privar de ter alguns momentos legais só pq não estou namorando. Não vou deixar pra ser feliz só qdo estiver com alguém. A minha felicidade sou eu quem faço.
Escrito por Pri às 20h54
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FRAGMENTOS...
Olho no espelho todos os dias... Vejo fragmentos de mim mesma: construções, destruições, muitas conquistas e alguns fracassos. Sou comum, igual à tantas outras pessoas. Mas hj, mais do q viver estou sentindo. Muito mais do q na prática, estou na reflexão... Como um navio que volta aos cais para reparos comuns à sua condição e espera ansiosamente por um breve retorno ao mar: q é o seu lugar...
A dificuldade de estar em alto mar é saber q ele é profundo, imenso, sofre influência dos ventos, das marés, das tempestades, é habitados pelos mais diferentes seres... É impossível ter controle sobre todas as suas variáveis. E nem por isso ele se torna menos navegável. Aliás esse é seu maior desafio: torná-lo aliado no decorrer da trajetória da nau, saber a hora de ser levada por ele ou a hora de desafiá-lo.
Ainda estou aprendendo. Adoro o mar, mas às vezes fico a admirá-lo à distância, afastada, como se na tentativa de seduzi-lo eu pudesse ter maior controle sobre ele. Oscilo entre a intenção de negá-lo e o desejo irrefreável de mergulhar em suas águas sem receio, sem temores...
Mais do questionamento e teoria existe a necessidade da prática. Mais do q a busca para respostas é importante estar atenta ao movimento das ondas... As respostas vêm e vão mas de acordo com o ritmo q o mar impõe - e pode não ser o meu tempo. Mais do q discorrer sobre essa questão eu preciso aprender a vivenciá-la.
E ao olhar o espelho preciso fazer a fusão dos fragmentos e recriar um todo com novo significado: mais ação, deixando o cais para trás, sabendo q a qualquer momento eu posso voltar. Mas o oceano e suas infinitas possibilidades sempre serão mais atraentes do q a eterna falsa sensação de controle em terra firme. A ausência de respostas pode ser muito mais fértil do q a limitação de certezas criadas para fomentar a ilusão de segurança.
Escrito por Pri às 20h22
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Balada sem Beijo
Notícias fresquinhas da balada de sábado q eu perdi. Thais foi com um grupo de amigas pra uma casa noturna aqui em Sampa. Entre outros assuntos, ela contou sobre algo q aconteceu com ela:
ELA: Mas aí eu estava lá, fiquei parada em frente ao bar, as meninas na pista, dançando, na maior animação por causa dessa moda de anos 80... Muitos flashbacks, música boa e eu lá, em frente ao bar, sozinha, numas daquela: ”Mas o q eu estou fazendo aqui?”
EU: Como assim?! Mas vc não queria ter ido? Não ficou me ligando pra ir junto, dizendo q seria o máximo...
ELA: Eu sei, estava tudo bem. Eu queria ir. Só q de repente me deu uma coisa estranha de ver aquele monte de gente dançando, mal dava pra trocar duas frases pq o som estava muito alto, acho q eu não estava no clima...
EU: E pq não falou pras meninas e perguntou se alguém não estaria afim de fazer outra coisa?
ELA: Pq eu queria estar lá, mas olhava pra um lado, casalzinho se beijando. Pro outro lado, casalzinho se agarrando... Fiquei pensando se eu não deveria ter continuado com o Roberto.
EU: Não estou te entendendo... Vc está numa boa todo esse tempo, dizendo q foi a melhor coisa terminar e agora por causa de uma noite muda de idéia?
ELA: Mas é q eu ainda não tinha ido pra balada depois de terminar com ele... Mas o problema nem é ele... Lembrei dele pq é uma referência de um relacionamento estável, só isso. É q aconteceu uma coisa... E é isso q eu queria te contar. Mas vc vai me achar ridícula, pq eu estou sem namorado, tenho 30 anos de idade, não devo nada a ninguém e tive um comportamento q nem uma adolescente teria...
EU: Conta...
ELA: Eu estava lá, parada em frente ao bar, desligada de tudo, com um copo na mão, só ouvindo a música. Não estava nem ligada ao q acontecia ao meu redor. Quando eu vi, tinha um cara parado na minha frente, colado em mim, com um sorriso maravilhoso, um menino, deveria ter uns 25 anos, cara de novinho, sabe? E ele tentou me beijar.
EU: Tentou?
ELA: Só tentou... Pq eu fiquei tão sem graça, tão puta por aquela situação de o cara não saber nada de mim e vir me beijando q eu desviei dele e saí andando pra qualquer lugar q não fosse aquele. Não tô acostumada com isso. Vc sabe como eu sou...
EU: Eu sei... Eu entendo vc, de verdade...
ELA: Eu não iria conseguir. É meu jeito, posso estar errada, ser puritana demais, ter perdido uma oportunidade, mas comigo não funciona assim. Como assim chega e beija? Nunca vi... Eu sei q eu sou ridícula, mas qual o objetivo daquilo? Uns beijos e voltar pra casa sozinha?! Justamente terminei com o Roberto pq eu queria um outro tipo de relacionamento, aí vou sair beijando qualquer um? Vou agir de uma forma completamente contrária ao q estou buscando?
EU: Eu não disse q vc é ridícula e nem falei q tinha q ter beijado o cara. Aliás, eu não disse nada... rsrsrs
ELA: Então fala alguma coisa! Será q eu sou a única pessoa no mundo q não consegue relaxar e deixar as coisas acontecerem?
EU: Com certeza não. Eu te garanto. E outra coisa: não é pq todo mundo faz q vc tem q sair fazendo tb... A melhor coisa é saber q vc está agindo de acordo com seus sentimentos... Tem vontade de beijar e acha q não tem problema nenhum? Vai lá e beija. Achou q não estaria condizendo com as coisas q vc está buscando pra vc? Não beija e pronto! Qual é o drama? Precisa ser igual a todo mundo? E olha, nem todo mundo faz as coisas desse jeito...
ELA: Mas ainda me sinto ridícula, por ter 30 anos e estar tendo esse tipo de conversa... Fugi do menino! Saí correndo! Fui ridícula. Qual seria o problema de ter beijado e pronto?
EU: Nenhum. Depende somente do q vc quer pra vc e da forma como vc se sente fazendo isso. Cada um sabe o q quer pra si e arca com as conseqüências das suas escolhas. Não tem essa de julgar. E se vc saiu correndo é pq não estava preparada pra lidar com o depois da situação...
ELA: É, verdade... Pra mim, iria ficar meio vazio, sem sentido. Eu quero um relacionamento, envolvimento, planos em comum... E se fosse pra ser assim, descompromissado, eu continuaria com o Roberto. Mas eu não tenho coragem de falar pras pessoas q eu não vou sair ficando por aí...
EU: E pra q precisa falar? Alguém tem alguma coisa a ver com a sua vida e as suas escolhas? Vc não precisa dar relatório da sua vida amorosa, sentimental e sexual pra ninguém... O melhor é vc encostar a cabeça no travesseiro e dormir bem. Tendo beijado ou não.
ELA: Novinho demais... Lá no meio do lugar, sem trocar 2 palavras. Estranho.... Não sou eu. Pra q vou escolher um caminho se quero trilhar outro? Por uma coisa momentânea? Não vale a pena. Não preciso beijar um cara pra tornar minha vida mais feliz. O beijo acaba e eu fico com o q? Com um a mais na lista? Não... Tenho certeza de q fiz a coisa certa.
Escrito por Pri às 13h06
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